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quinta-feira, 19 de março de 2015

Resenha Motoyama Shozo 1, Prelúdio para uma história: ciência e tecnologia no Brasil



Panorama dos feitos de ciência e tecnologia no Brasil, alguma comparação qualitativa com outros países. Vai até o começo da década de 2010. Faz crítica das poucas patentes pedidas nos EUA por brasileiros, da pouca atuação das outras FAPs estaduais.

Lembra que a maior parte dos pesquisadores está em instituições governamentais, não nas empresas gerando riquezas.

Período ante e colonial. Conhecimentos dos indígenas. Ciência da cartografia, tecnologia de orientação e navegação dos portugueses. Taxonomia e descrição das espécies vegetais e animais.  Mestres e pedreiros para construir Salvador para o governo geral do Brasil.

Caminho Novo entre Rio e Minas, em 1700, encurtando a viagem de cinquenta para quinze dias.

Mestres de risco: iniciação por corporação de ofício. Nunca foi cumprido direito no Brasil: queixas sobre incompetência ou má fé. As ordens religiosas formação de técnicos e artesão como os mestres de risco, oleiros, etc. Foram também para a engenharia militar e civil.


Capuchinhos franceses no Maranhão. Descrições de fauna e flora com nomes indígenas. Holandeses: astronomia, medicina tropical, história natural.

A segunda e terceira fases compreendem a vinda da família real portuguesa para o Brasil, depois o império. As expedições de naturalistas e começo das primeiras instituições de ensino e de produção de conhecimento. Geologia, cartografia, biologia, as duas primeiras escolas de medicina, o museu nacional, escola de guardas marinhas.

O que estou procurando encontrar é pistas: para o permanente fracasso no desenvolvimento da ciência e tecnologia nacionais, e de exemplos que mostrem as potencialidades que existem entre nós.


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